O mundo foi destruído incontáveis vezes. Então, os deuses decidiram reconstruí-lo.
Em Eldrakar, humanos carregam heranças bestiais, dominam as forças da natureza e construíram uma civilização onde tradição, tecnologia e influência divina coexistem.
Enquanto uma nova geração luta para encontrar seu lugar nesse mundo, antigos conflitos continuam a se aprofundar nas sombras.
Fantasia nacional · L. M. Mendes
E-book, Kindle Unlimited e Edição Física
Depois de inúmeras eras de guerras, catástrofes e destruição, os deuses reconstruíram o mundo. Em Eldrakar, uma nova civilização vive entre as marcas do passado e os caminhos que ainda precisa construir.
Os eldrakianos carregam traços de diferentes animais incorporados à própria biologia, influenciando sua aparência, seus sentidos e suas capacidades naturais.
Eldrakar não é medieval nem futurista.
É um mundo onde a tecnologia precisou aprender a sobreviver ao poder dos próprios eldrakianos.
Os eldrakianos carregam um vínculo com o mundo espiritual que não influencia apenas seus poderes, mas também a forma como compreendem seu lugar no mundo.
O Destino de Eldrakar: Depois da Devastação é uma fantasia épica de narrativa coral que acompanha Jim Ryuzen, um garoto-dragão criado em um orfanato e determinado a se tornar um grande guerreiro. O encontro inesperado com o Marechal Caio Brandão muda completamente sua vida e o coloca no caminho da Aliança de Eldrakhor, onde amizades, rivalidades e desafios começam a revelar que seu passado pode ser muito maior do que imaginava.
Ao seu redor, diferentes histórias começam a se cruzar: jovens recrutas disputam um lugar entre os soldados da Aliança, veteranos tentam seguir em frente em meio aos conflitos de Eldrakar e os generais lidam com as marcas do passado enquanto enfrentam ameaças maiores.
Enquanto uma nova geração luta para conquistar seu próprio lugar no mundo, antigos conflitos continuam a se aprofundar nas sombras. Uma crença perturbadora ganha força entre alguns homens e deuses:
“Talvez a verdadeira compaixão não esteja em salvar a existência, mas em encerrá-la.”